Sentada, ao lado da janela.

Naquele momento já não sabia quem era,

A lua, por anos amada,

Hoje era desprezada e odiada,

Mas ainda sim sua companheira naquela noite.

A confusão pairava em sal mente.

Como podia ter acontecido?

Como ela podia ter permitido?

A paz perdera.

E a insônia, revivera.

Quanta ousadia,

A porta bater, não poderia?

Chegou sem pedir licença,

E agora a agonia que entrou era imensa. 

 

 

Poema inacabado, mas acredito que ele nunca terá um fim. Já faz muito tempo que o comecei e perdi o foco…

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